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Consumo de cimento no Brasil continua crescendo e já se aproxima dos EUA.

Confirmando-se as expectativas positivas para o Brasil e as previsões, nada otimistas, para os Estados Unidos da América, que apontam para um crescimento nulo ou mesmo uma queda de 2 a 3% em 2011, o Brasil poderá galgar mais uma posição no ranking mundial de consumo de cimento, saíndo da recém conquistada 4ª posição, para a 3ª colocação no cenário mundial, superando o gigante americano e perdendo apenas para a China e Índia.

Analisando os números do SNIC a expectativa para todo o ano de 2011 é de um novo recorde no consumo interno de cimento no páis, onde ainda se estima que o consumo chegará próximo aos 65 milhões de toneladas. O mercado continua acreditando nesse crescimento, mesmo com os sinais externos que apontam para uma possível crise na Europa e até mesmo uma possível recessão nos Estados Unidos que vem, ano a ano, registrando quedas consecutivas no consumo de cimento, sofrendo nos últimos 5 anos uma queda de quase 50% no volume de cimento consumido, chegando em 2010 ao consumo de 69 milhões de toneladas, contra os 127,4 milhões de toneladas em 2006.

No gráfico a seguir, fica claro a desaceleração dos Estados Unidos em relação a alguns dos países do chamado BRIC’s.

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Dados preliminares divulgados pelo sindicato da indústria do cimento (SNIC) continuam indicando que as vendas de cimento para o mercado interno brasileiro continuam crescendo em comparação ao ano passado.  De janeiro a agosto de 2011 foram vendidas 41,4 milhões de toneladas de cimento, com aumento de 7,6% sobre o mesmo período de 2010.
As vendas acumuladas nos últimos doze meses (set/10 a ago/11) atingiram 62,1 milhões de toneladas, representando um novo recorde e um incremento de 9,6 % sobre igual período anterior (set/09 a ago/10). A expectativa de venda de cimento em 2011, ainda aponta para um crescimento entre 8 a 9%, sendo a região nordeste a que continua a apresentar o menor crescimento, com apenas 5,1%, enquanto que a região norte, alavancada pelas grandes obras estruturais, permanece crescendo a taxas superiores ao consumo nacional,  fechando 12,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

No quadro abaixo as vendas do período, incluindo a oferta de novas moagens não filiadas ao SNIC:

Dados preliminares do SNIC (1.000 ton)

Origem
Jan a Agosto
%
2010
2011
2011/2010
Norte
2.029 2.290
12,9%
Nordeste
7.255 7.621 5,1%
Centro Oeste
4.089 4.467 9,2%
Sudeste
19.446 20.967 7,8%
Sul
5.675
6.092
7,3%
Venda Merc. Interno
38.494
41.437
7,6%
Exportação
26
27
3,2%
Venda Total
38.520
41.464
7,6%

Postado em:
9 set 2011 às 16:22hs
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