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Cimento Brasil PDF Imprimir E-mail

O mercado cimenteiro no Brasil √© composto por 15 grupos cimenteiros, nacionais e estrangeiros, com 81 f√°bricas espalhadas por¬† todas as regi√Ķes brasileiras e com uma capacidade instalada anunciada de 78 milh√Ķes de toneladas/ano. Para ver a localiza√ß√£o de cada f√°brica e a quais grupos elas pertencem, criamos um link diretamente do site do SNIC (www.snic.org.br), onde basta clicar no mapa para indicar qual a f√°brica e a qual grupo aquela f√°brica pertence. Algumas novas aquisi√ß√Ķes e fus√Ķes n√£o est√£o, ainda, contempladas no mapa, por√©m em breve dever√£o ser alteradas.

CARACTER√ćSTICAS DA IND√öSTRIA CIMENTEIRA

√Č uma ind√ļstria que requer grandes investimentos e est√° sujeita a press√Ķes de custos. No que se refere aos custos diretos, as despesas com combust√≠veis e energia el√©trica¬† representam¬† mais de 50% na forma√ß√£o¬† do custo direto de produ√ß√£o de uma f√°brica de cimento. O cimento √© uma commodity de baixa substitutibilidade, presente em todo o tipo de obra, das mais simples at√© as mais complexas, do in√≠cio ao fim das maesmas e por ser um produto de baixa rela√ß√£o pre√ßo/peso, √© bastante onerado pelo frete, na distribui√ß√£o, sofrendo o impacto com os aumentos de combust√≠vel e outros derivados de petr√≥leo. O modal de transporte mais utilizado √© o rodovi√°rio, que em 2011, foi respons√°vel por movimentar 96% de todo o cimento produzido no pa√≠s, fazendo trafegar cerca de 16 mil caminh√Ķes por dia, somente para retirar o cimento das plantas instaladas em todo o territ√≥rio brasileiro. O raio de distribui√ß√£o do produto atinge em m√©dia 300 a 500 quil√īmetros no sudeste e sul do pa√≠s, ¬†podendo ultrapassar os 1000 quil√īmetros, quando o cimento √© distribu√≠do para as regi√Ķes norte e nordeste. Na regi√£o norte, principalmente, faz-se necess√°rio a utiliza√ß√£o, tamb√©m, do modal hidrovi√°rio. O sistema ferrovi√°rio, que melhorou pouco ap√≥s a privatiza√ß√£o, ainda √© pouco utilizado para transportar o cimento consumido no pa√≠s, representando cerca de 3% do tipo de transporte utilizado,¬†ficando apenas 1% para o modal hidrovi√°rio. Devido √†s dimens√Ķes continentais do pa√≠s 2/3 de todo o cimento produzido √© distribuido atrav√©s da cadeia da revenda, o que, de alguma forma, for√ßa para que a embalagem mais utilizada seja o saco de 50 kg, que participa em 68% de todo o cimento despachado no pa√≠s.

CONSTRUÇÃO CIVIL
A atividade continuou sua trajet√≥ria de alta em 2011, por√©m com um crescimento menor do que o apresentado no ano anterior. A constru√ß√£o habitacional foi o principal fator a contribuir para a varia√ß√£o de 3,6% no setor. O Fundo de Garantia por Tempo de Servi√ßo (FGTS) e o Sistema Brasileiro de poupan√ßa e Empr√©stimo (SBPE) s√£o as duas principais fontes de funding para o mercado imobili√°rio. Os dois juntos financiaram mais de um milh√£o de unidades em 2011. No √Ęmbito do SBPE, o n√ļmero de unidades habitacionais financiadas representa cerca de 60% do total de financiamentos imobili√°rios. Apesar dessa participa√ß√£o se manter praticamente inalterada, o n√ļmero absoluto vem aumentando desde 2005, acumulando mais de 600% de crescimento entre 2005 e 2011.

O MERCADO DE CIMENTO EM 2011Com o crescimento superior ao desempenho da constru√ß√£o civil, por√©m apresentando desacelera√ß√£o em rela√ß√£o √† taxa de expans√£o de 2010, o consumo aparente de cimento terminou o ano de 2011 com 65 milh√Ķes de toneladas, representando um aumento de 8,3% com rela√ß√£o a 2010. O consumo per capita alcan√ßou 333 kg/hab/ano, sendo a maior marca de toda a hist√≥ria. O programa de expans√£o de capacidade instalada continuou, permitindo √† ind√ļstria elevar sua produ√ß√£o em 8,4%, chegando ao patamar de 64 milh√Ķes de toneladas. Ainda foram importadas cerca de 1 milh√£o de toneladas para abastecer pontualmente o mercado em algumas regi√Ķes do pa√≠s. A expans√£o do consumo foi generalizada. Todas as regi√Ķes cresceram, refletindo o ritmo de obras em todo o pa√≠s. Com um cen√°rio internacional preocupante, onde grandes economias tiveram um fraco desempenho, a atividade econ√īmica brasileira teve um resultado aqu√©m do esperado. O PIB brasileiro terminou o ano de 2011 com alta de apenas 2,7%, enquanto as previs√Ķes iniciais eram de crescimento da ordem de 4%. O PIB per capita teve discreta alta de 1,8%. O consumo da fam√≠lia foi o destaque positivo em 2011, com incremento de 4,1%.

CONSUMIDOR FORMIGA
A Pesquisa de Or√ßamento Familiar (POF) √© realizada periodicamente pelo IBGE e tem como objetivo estudar a estrutura de receitas e despesas dos domic√≠lios brasileiros. Utilizando os dados da POF 2008-2009, o SNIC, em parceria com a Galanto Consultoria, fez um estudo com o intuito de melhor conhecer o consumidor formiga de cimento, aquele que adquire cimento no varejo e, utilizando m√£o-de-obra pr√≥pria ou contratada, constr√≥i, reforma e/ou faz servi√ßos de manuten√ß√£o e de reparos no seu im√≥vel, independente da sua classe de renda. O resultado aponta a regi√£o Nordeste com a maior participa√ß√£o do consumidor individual no consumo aparente de cimento; a menor participa√ß√£o est√° no Centro-Oeste, o que denota maior grau de formaliza√ß√£o nas constru√ß√Ķes da regi√£o. Domic√≠lios com renda inferior a 5 sal√°rios m√≠nimos compraram 8,3% do cimento consumido no pa√≠s, enquanto que
famílias com renda superior a 5 salários mínimos compraram 9,9% do consumo total. Os domicílios com renda inferior a 5 salários mínimos, que correspondem a 61,3% do total dos domicílios pesquisados, figuraram apenas com 45,5% do consumo formiga, demonstrando que em termos per capita os de maior renda consomem em média 90% a mais que os de renda mais baixa.

SEGMENTAÇÃO DO CONSUMO DE CIMENTO
Com o objetivo de mapear o mercado de cimento em termos de sua macro segmenta√ß√£o por tipo de consumidor e de sua aplica√ß√£o por tipo de obra (residencial, n√£o-residencial e infraestrutura), o SNIC, com a Funda√ß√£o Get√ļlio Vargas - FGV, realizou uma pesquisa de campo junto √† rede distribuidora/
consumidora de cimento (revendedores atacadistas e varejistas, concreteiras e empresas construtoras).
O resultado da pesquisa mostra que a maior parte do consumo de cimento acontece nas edifica√ß√Ķes, sejam comerciais, industriais ou residenciais. Esses n√ļmeros evidenciam a atual¬† conjuntura da constru√ß√£o civil brasileira, impulsionada pela constru√ß√£o de edif√≠cios e a escassez de obras de infraestrutura.

A ind√ļstria de cimento brasileira √© moderna e tecnologicamente atualizada, sendo, por exemplo, o consumo m√©dio de energia por tonelada de cimento produzido no pa√≠s de 107 kw/h , enquanto nos Estados Unidos esse consumo √© da ordem de 146 kw/hora por tonelada. Os esfor√ßos da ind√ļstria nacional t√™m resultado em progressos significativos, mediante a ado√ß√£o de processos de produ√ß√£o mais eficientes e com menor consumo de energ√©ticos. Ao mesmo tempo, a utiliza√ß√£o de adi√ß√Ķes misturadas ao cl√≠nquer, como a esc√≥ria de alto forno, tamb√©m contribuiu para a redu√ß√£o das emiss√Ķes de CO2 por tonelada de cimento, uma vez que este poluente se forma durante a produ√ß√£o do cl√≠nquer. Com isso, o Brasil atingiu atualmente um fator de emiss√£o de aproximadamente 610 kg CO2 ¬†por ¬†tonelada de cimento, bem abaixo de pa√≠ses como a Espanha (698 kg CO2 / ton. cimento), Inglaterra (839 kg CO2 / ton. cimento) e China (848 kg CO2 / ton. cimento). (Fonte: Oficemen 2003 / Polysius China).

O tempo necess√°rio para a implanta√ß√£o de um projeto, dos estudos preliminares at√© o funcionamento de uma f√°brica de cimento, √© de 3 a 5 anos e a escala m√≠nima nas unidades industriais √© de 1 milh√£o de toneladas / ano de capacidade instalada, com investimento de 200 a 300 milh√Ķes de d√≥lares.

Nos √ļltimos anos, principalmente em 2010, com um crescimento no consumo acima de 15% sob o ano anterior,¬†surpreendeu parte dos grupos cimenteiros, que correm contra o tempo para aumentar suas capacidades instaladas para, tentar, equilibrar suas ofertas com a demanda prevista para o mercado interno. Com a crise mundial, cujos reflexos no Brasil come√ßaram a acontecer no final do segundo semestre de 2008, muitos projetos anunciados¬†foram engavetados, ou suspensos, pois os empres√°rios n√£o acreditavam em uma sa√≠da r√°pida do Brasil do terr√≠vel cen√°rio mundial, com reflexos¬†at√© os dias de hoje. Essa parada para repensar investimentos, mostrou seus reflexos j√° em 2009, onde o atendimento ao mercado interno j√° apresentou problemas pontuais e, principalmente em¬†2010, onde¬†o crescimento¬†do consumo, em rela√ß√£o a 2009, foi cerca de 15%, o que trouxe, na √©poca,¬†uma amplia√ß√£o nas dificuldades de atendimento a demanda em diferentes pontos do pa√≠s, for√ßando aos grupos tradicionais a buscarem na importa√ß√£o de cimento¬†e/ou mat√©ria prima, uma sa√≠da para¬†n√£o desabastecer o mercado e¬†abrir espa√ßos para outros segmentos tomarem a iniciativa, ou mesmo abrir espa√ßos para grupos cimenteiros menores se interessarem pelo mercado brasileiro. √Č certo que a decis√£o de investimento em novas plantas e amplia√ß√Ķes¬†voltaram¬†a cena e v√°rios grupos passarm a¬†divulgar grandes projetos, por√©m eles levar√£o um tempo consider√°vel e uma das medidas, conforme gr√°fico abaixo, foi reduzir drasticamente as exporta√ß√Ķes, invertendo a tend√™ncia e passando a importar cimento de v√°rios pa√≠ses e para diversos estados brasileiros, como ocorreu no ano passado, conforme figuras mais abaixo.

Esse crescimento na demanda interna, pressiona ainda mais o j√° reduzido volume exportado, que vem em queda desde 2008. Essa queda nas exporta√ß√Ķes √© o resultado da prioriza√ß√£o, por parte dos grupos locais, no atendimento √† crescente demanda do mercado nacional.

Importa√ß√£o 2010O crescimento do consumo interno em 2010 e as falhas pontuais no atendimento, pelas industrias cimenteiras em alguns estados, ocasionou¬†uma pequena eleva√ß√£o nos pre√ßos do cimento no varejo e uma pequena recupera√ß√£o de pre√ßos na ind√ļstria em estados que atravessavam guerras pontuais nos pre√ßos, como SP, RJ, DF, GO e Tocantins. A press√£o do consumo come√ßa a afetar a log√≠stica, fazendo com que os fretes m√©dios para transporte da tonelada de cimento se elevem consideravelmente e, mesmo assim, a oferta de transporte ainda √© inferior a demanda pelo produto na ponta, principalmente para as cidades que n√£o oferecem retorno de fretes, ou onde o cimento compete com produtos agr√≠colas e outros produtos sazonais.

Como o consumo de cimento guarda estreita correla√ß√£o com a evolu√ß√£o da renda real e com a massa salarial real, nos √ļltimos anos o setor da constru√ß√£o civil e atrelado a ele, a industria cimenteira, vem crescendo a passos largos, devido principalmente ao crescimento do emprego e da renda, a expans√£o do cr√©dito imobili√°rio pelo governo e pelos bancos privados e devido √† press√£o das obras de infra-estrutura do PAC e outros programas governamentais. Observar no gr√°fico a evolu√ß√£o do cr√©dito imobili√°rio nos √ļltimos anos.

 

 

 

 

Mais de 5,5 milh√Ķes de moradias precisam ser constru√≠das no Pa√≠s para acabar com o d√©ficit habitacional, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domic√≠lios (Pnad) 2008, utilizados pelo Minist√©rio das Cidades, utilizados pelo Minist√©rio das Cidades. O Programa Minha Casa Minha vida pretende construir ou reformar tr√™s milh√Ķes de moradias at√© 2014 para fam√≠lias com renda mensal¬†de at√© dez sal√°rios m√≠nimos. Para efeito de prioridade, a Medida Provis√≥ria 514/10, do executivo, alterou as regras do programa e estabeleceu concess√£o priorit√°ria de financiamento a fam√≠lias chefiadas por mulheres, desabrigadas ou que residam em √°reas de risco. De acordo com o IPEA, hoje j√° s√£o 22 milh√Ķes de fam√≠lias brasileiras chefiadas por mulheres.

N√≥s do Cimento.Org, acreditamos que esse panorama, mesmo com os investimentos anunciados pelos diversos grupos cimenteiros, dever√° se manter, pelo menos at√© 2014 pois como o tempo m√©dio para implanta√ß√£o de um projeto, dos estudos preliminares ao funcionamento de uma f√°brica, leva de 03 a 05 anos, at√© l√°, crescendo o consumo nacional a taxas¬†superiores ao crescimento do PIB, as capacidades a serem instaladas, nos anos em que forem disponibilizadas ao mercado, j√° estar√£o quase que comprometidas, ainda mais com os projetos gigantescos como a COPA de 2014, a Olimp√≠ada de 2016, ¬†projetos do PAC e as obras do Programa ‚ÄúMinha Casa Minha Vida‚ÄĚ.

Veja nossas proje√ß√Ķes no quadro abaixo:

Previs√Ķes de Crescimento Consumo Brasil ‚Äď www.cimento.org

Anos

Var. do PIB

Variação Cresc. Consumo

Cons. de Cimento

2003

0,55%

-

34.884 Mil/Ton

2004

5,7%

2,4%

35.734 Mil/Ton

2005

3,2%

5,4%

37.666 Mil/Ton

2006

4%

8,9%

41.027 Mil/Ton

2007

5,7%

9,8%

45.054 Mil/Ton

2008

5,1%

14%

51.365 Mil/Ton

2009

-0,2%

0,6%

51.892 Mil/Ton

2010

6,5%

15,6%

60.008 Mil/Ton

2011

2,7%

8,3%

64.972 Mil/Ton

2012

5%

8%

70.200 Mil/Ton

2013

5%

8%

75.816 Mil/Ton

2014

5%

5%

79.610 Mil/Ton

MmMa

Em 2011 um novo recorde de consumo no pa√≠s foi registrado. Na verdade¬†os pa√≠ses emergentes, incluindo o Brasil, tem crescido¬†em¬†consumo de cimento nos √ļltimos anos e pa√≠se maduros como¬†os da Europa ou mesmo os¬†Estados Unidos, tem sofrido quedas grandes e consecutivas no consumo desse produto, onde a Portugal e Espanha, por exemplo, perderam em consumo n√ļmeros grandiosos, voltando a consumir cimento como na d√©cada de 70 e 60 respectivamente. (mat√©ria sobre consumo na Europa).

A Escolha do Cimento é um ato de responsabilidade!

Cuidado com cimentos sem os selos da ABNT e ABCP. N√£o ponha vidas em riscos. Uma casa, uma moradia, um teto, n√£o s√£o meros produtos. S√£o sonhos de uma vida!

Para cotar pre√ßos de cimento em todo o Brasil, com um √ļnico clique, acesse www.cimentonline.com.br....Em Breve!!!!

Última atualização em Ter, 20 de Novembro de 2012 15:22
 

Coment√°rios  

 
0 #93 comprar cimentoDistribuidora 10/07/2014 12:14
Gostaria de saber quanto ta a saca de cimento, e quanto de carrada para entrega no Piauí, em Floriano-pi.
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0 #92 CONTATO COM COMPRADORESVAGNER ALVES 07/07/2014 15:14
Boa Tarde

Trabalhamosok.ok.ok Uniformes Profissionais gostaria de obter contatook.ok.ok o departamento deok.ok.okpras para enviar aos mesmos nossa apresentação

Aguardo
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0 #91 preçosvanda moraes 11/06/2014 17:49
vcs podem me fornecer preços de cimento nacional e distribuidores próximos á barueri?grata att vanda
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0 #90 preço de ccimentoOSMAR 29/04/2014 15:16
BOA TARDE GOSTARIA DE SABER O PREÇO DO SACO DE CIMENTO, OBRIGADA
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0 #89 atualização de cadastro 13/01/2014 15:44
desejo a atualização do nosso cadastro junto a esta empresa
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+3 #88 Compra de cimento 27/12/2013 10:43
Gostaria de saber quanto esta a saca de cimento e tambem de quantas carradas precisook.ok.okprar pra pegar direto da fabrica.

Att,

Matheus Aragao.
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+1 #87 Autonomo 21/11/2013 23:56
Tenho representação de grandes mineradoras na America do Norte e latina para fornecimento de fontes de energia para industrias cimenteiras, taisok.ok.oko, Coque Petroleo, Carvão Mineral, Moinha de Carvão, Pozolana Escoria para mistura no clinquer. Temos também o chip de pneus triturados nas medidas de 2"x2" para queima. Aguardo contatos.
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0 #86 Administrador 21/11/2013 23:51
Citando olinto alfredo cei:
gostaria de saber o preço que as cimenteiras pagam no briquete para queima.


Prezado Amigo, envie seus dados no meu e-mail moreira.rubens@outlooko k.ok.ok juntamenteok.ok.ok as inform√ß√Ķes sobre os briquetes para queima.
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0 #85 cimpor 06/11/2013 12:34
temos cimento cimpor para toda regiao centro sul do ceara
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0 #84 cimpor 06/11/2013 12:32
Citando Alexandre Rodrigues:
Boa tarde,
Gostaria de contatos de representantes da Cimpor na regi√£o nordeste especificamente no Ceara, para cadastro eok.ok.okpras j√° trabalhamos na √°rea.

procura nosso reprezentante em iguatu ce
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