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“Não vai faltar cimento no Brasil.”- Afirma Votorantim!

votorantim“Não vai faltar cimento no Brasil no futuro.” Esta é a certeza da Votorantim, proferida através de seu diretor doNegócio do Cimento, Paulo Motta. Para assegurar o cumprimento dessa promessa, Motta reitera o maior aporte realizado pela empresa em toda a sua história: mais de R$ 5 bilhões para o período de 2007 a 2011. – “Enxergamos lá atrás que hoje e nos próximos anos teríamos um amplo aquecimento do mercado de cimento”, destaca o executivo. Ele afirma que a admiração dos empresários brasileiros, traduzida pelo Prêmio DCI, é reflexo do trabalho realizado principalmente neste ano de 2011. “Nós ficamos felizes com esse reconhecimento, sinal de que estamos no caminho certo”, diz Motta.
O ambicioso plano de aporte, afirma o executivo, tem como objetivo ampliar a capacidade de produção para cerca de 42 milhões de toneladas de cimento por ano. Hoje esse índice é de 32 milhões de toneladas. A Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 contribuem para aquecer a demanda futura do Brasil no setor, mas estes não são os únicos motivos. “Esses eventos são positivos e contribuem com a demanda, mas nosso foco é um crescimento sustentável com excelência operacional”, diz Motta.
Em 2011, a Votorantim deve entregar seis novas fábricas no Brasil, das quais quatro já foram inauguradas e duas devem ficar prontas ainda em dezembro deste ano. “O nosso plano de investimentos contempla a consolidação de 22 novas plantas. O mercado está crescendo”, diz Motta.
A companhia é líder com grande dianteira na produção de cimento no País e está entre os dez maiores players do mundo de materiais básicos de construção.
Motta afirma, no entanto, que o mercado nesse segmento é disputado. “Apesar disso, a concorrência é positiva para atendermos bem sempre”, acredita o executivo. Aliás, esse atendimento é que ele afirma ser o foco principal na busca pela excelência. “Buscamos sempre nos atualizar tecnologicamente, além de garantir uma atuação socioambiental”, diz.
Possibilidades para o futuro
No ano de 2012, a Votorantim Cimentos irá trabalhar com cautela, mas sem pôr o pé no freio. “Independentemente do que ocorrer, nossos planos de investimentos continuarão de pé”, garante Motta. Ele afirma que a crise econômica global gera apreensão e cuidados na execução dos projetos, mas acrescenta que a indústria do cimento depende muito mais do poder aquisitivo da população e de maior acesso a crédito, dois fatores que têm contribuído para ampliar a demanda de cimento, no Brasil, segundo o executivo.
O diretor da Votorantim afirma que a empresa trabalha com algumas possibilidades, entre as quais está o crescimento em ritmo mais lento no ano que vem, em razão de um impacto maior da turbulência econômica no Brasil. “Mas nós não vamos parar. O compromisso com o programa de investimentos é muito forte”, completa Motta. Ainda que haja excedente de produção -o que o executivo admite que pode ocorrer-, a confiança demonstrada por ele e pelos recentes planos anunciados pela empresa mostram que, com ou sem crise, o mercado de cimento vai estar mais do que aquecido. Pelo menos a Votorantim parece que vai encerrar seu expediente diário com sensação de dever cumprido.
Experiência Internacional
A Votorantim Cimentos fechou parceria com a estatal uruguaia Ancap e a cimenteira Artigas para a construção de uma fábrica de cimento no Uruguai. Prevista para iniciar as operações em 2014, a nova planta será instalada no distrito de Treinta y Tres, (a 286 quilômetros de Montevidéu). O investimento será de US$ 146 milhões. A Artigas terá 60% do negócio; a participação da Ancap e da Votorantim Cimentos no empreendimento será de 20% para cada empresa.
O empreendimento greenfield tem previsão para entrar em operação em 24 a 26 meses, com capacidade inicial de produção de 750 mil toneladas de cimento por ano. Cerca de 400 empregos diretos deverão ser gerados na região durante a fase de obras, além de, depois do início das operações, 120 empregos diretos e mais de 600 indiretos.

A empresa detém, desde 2009, participação na Cementos Artigas. Com o “Proyeto Treinta y Tres”, a empresa brasileira fortalece ainda mais sua presença internacional, que, com operações próprias ou participações acionárias, alcança 20 países das Américas, da Europa, Ásia e África.
Na América do Sul, atua na Bolívia, com 51% da Cementos Camba, no Chile (15% das ações da Bío Bío), Paraguai (35% da Cementos Iguazu), Uruguai (38% da Cementos Artigas), Argentina (38% da Cementos Avellaneda), e em 2010 ingressou no mercado peruano por meio de uma participação acionária de 29,5% na Cementos Portland.

A Votorantim Cimentos adquiriu, também neste ano, 21,2% de participação acionária na Cimpor, que opera em 12 países da Europa, da África e da Ásia.
A empresa detém 100% das ações da Votorantim Cement North America (VCA), que tem ativos nos Estados Unidos e no Canadá.
Em 2011, a companhia deve entregar seis novas fábricas no Brasil, das quais quatro já foram inauguradas e duas devem ficar prontas ainda em dezembro

Postado em:
29 nov 2011 às 16:39hs
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