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action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/gerinu07/www.cimento.org/wp-includes/functions.php on line 6114A indústria brasileira de cimento continua enfrentando desafios devido às instabilidades macroeconômicas. Em novembro, além da estagnação persistente, as condições climáticas extremas do mês derrubaram as vendas do produto no país. Com uma queda de 1,7% em relação a 2022 e com redução acumulada de 1,8% ( jan. a nov./23), os números de 2023 ainda serão piores que os registrados em 2022.
Novembro registrou um aumento de 4,4% nas vendas de cimento em relação a outubro, ao mesmo tempo que registrou uma queda diária de 1,3%, sob o mesmo mês de 2022. As vendas ou despachos diários representam a melhor forma de apurar os resultados, já que incluem nas análises apenas os dias úteis.
A alta taxa de juros e o endividamento das famílias, mesmo com uma leve redução nos últimos meses, impactaram negativamente o consumo e resultaram em uma retração de 2,4% nas vendas de materiais de construção em geral.
A confiança do consumidor teve um leve recuo em novembro, refletindo diferentes percepções para as faixas de renda. A classe baixa mostrou pessimismo, a classe média se recuperou um pouco e, a classe alta manteve-se com o índice de confiança estável.
Já o índice de confiança da construção acomodou-se num patamar de pessimismo moderado, apresentando otimismo para a área de infraestrutura e preocupações para a área das edificações. E, mesmo com o Programa Minha Casa Minha Vida, o ambiente de negócios não evoluiu e a demanda continua insuficiente.
Acreditamos em um cenário de reação nos investimentos na construção civil, com apoio dos programas governamentais, ampliação do crédito imobiliário, menores taxas de juros e elevação dos financiamentos em infraestrutura. Os indicadores e reformas ocorridas em 2023, poderão pavimentar o caminho para a saída do setor cimenteiro do atoleiro em que se encontra desde 2014.